segunda-feira, 18 de março de 2013

Batizado

Domingo, 17 de março de 2013, fomos batizar a Yasmin.

Depois fomos almoçar no salão do prédio, onde contratamos um buffet de crepe.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Conhecendo novos médicos

Hoje levamos a pequena ao médico pediatra homeopático.
A consulta foi até engraçada, o médico parecia bem atrapalhado, perguntou os signos dos pais e receitou um remédio de manipulação, além de mandar parar com todos os remédios que está tomando.

Depois a mamãe conseguiu um encaixe com o doutor Claudio Cursini, que analisou a pequena e disse que ela está com alergia atópica, que evoluiu para uma infecção secundária.

Receitou Keflex 4x/dia e Hixizine 2x/dia.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Mais uma consulta

No final de semana levamos a pequena para visitar a Obá.
Lá encontramos com vários outros primos.
Na segunda o rosto da Yasmin já estava bem pior, vermelho e bem inchado.

Na terça, 26/02, levamos ela para mais uma consulta com a dra., desta vez no hospital São Luiz.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Nova consulta

No dia 15 de fevereiro levamos a Yasmin para consulta com a pediatra e dermatologista que receitou que, não sabendo a origem da alergia, trocássemos o leite Nam pelo Aptamil de soja, além de usar sabonete líquido granado, efetuar limpeza nasal a cada 3 horas com Rinosoro, e mais     , além do Desalex e Predsim, via oral, que já estava tomando antes.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O rosto melhorou mas agora passou para os olhos

Com os passar dos dias parece que melhorou as bolinhas no rosto, mas parece que os olhinhos dela estão ficando meio inchados.

No dia 6 de Fevereiro ela coçou muito os olhos e nariz, e foi dormir com eles bem vermelhos e inchados.


Na manhã do dia 7 acordou com um dos olhos um pouco fechado.
(Yasmin acordou com um olho mais fechadinho)

Logo pela manhã levamos ela ao Hospital São Luiz, pois a dinda Edilene, após conversa com a pediatra, mãe de um aluno, avisou que estaria lá, e pediu para a gente levar.

Ela foi muito atenciosa e acredita que é alergia por contato, e nos pediu para ficar atentos onde ela está enconstando que está causando esta alergia, além de receitar dois remédios de via oral:
Hixizine 12/12 horas por 5 dias e Predsim 24/24 5 dias.
Além de passar gaze com chá de camomila concentrado e maisena úmida na região, para amenizar e hidratar.

As bolinhas pioraram

Mesmo passando a pasta d'agua, as bolinhas ficaram piores.
Conversando com nosso primo Raul, recomendou parar de dar outros alimentos, para ver se pode ser alergia.


No dia 1º de Fevereiro a mamãe a levou até o hospital São Luiz e o médico receitou a pomada Desonol.

Retorno ao pediatra

A Yasmin começou a apresentar umas "pipoquinhas" espalhadas no rosto, principalmente ao redor da boca, e algumas na nuca.
Passamos a pomada Cutisanol Gel, que o pediatra indicou quando ela apresentou anteriormente, quando seu corpinho ficou assim no começo do ano.

No dia 31 de janeiro retornamos ao pediatra que disse ser do calor, mesmo não fazendo calor nos últimos dias, e receitou passar pasta d'agua.
Apesar das bolinhas no rosto, ela não apresentou febre, nem mudou seu "humor".

(Mamãe mordendo a Gordinha, na sala de espera do pediatra)


(Yasmin após aplicação da pasta d'agua)

Conhecendo novos sabores

Após consulta com o pediatra no dia 21 de janeiro, a Yasmin começou a tomar suco de laranja lima, comer maça raspada, pêra e mamão.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Viagem de Verão

Logo no início do ano, exatamente no dia 5 de janeiro, o papai travou da coluna, e o primo Raul foi atendê-lo, e medicou.
Fiquei de cama até o sábado seguinte, e a mamãe ficou cuidando da Yasmin, do papai e da casa sozinha.

Na segunda, dia 14, fomos para o Hotel Fazenda das Amorerias, em Extrema.
Ficamos lá até o dia 19.

Festas de final de 2012.

Na semana do Natal, nós trabalhamos muito, e deixamos nossa pequenas com as avós.
No dia 24 trabalhamos até as 17 horas e fomos para casa da vovó Magali, onde jantamos à luz de vela, pois, decorrente à forte tempestade, ficamos sem energia.

Perto das 23 horas fomos até a casa da Janyra, onde trocamos os presentes.

No dia 26 a Raquel chegou de BH e ficou em casa.

No dia 31 trabalhamos até o meio-dia e logo fomos para a Obá.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Vacinas

As primeiras vacinas da Yasmin foram dadas no Hospital São Luiz, pela clínica Clinivac, que fica ao lado do hospital.
A Yasmin tomou a Hepatite B com 1 dia e a BCG com 3 dias de vida.

Lá já recebemos a carteirinha de vacinação, da própria clínica, junto com um cartão de desconto para o retorno.

No dia 12 de novembro, após completar o segundo mês, lá fomos nós na Clinivac, para tomar outras doses.
Lá nos informaram que as vacinas das clínicas são diferentes das que são dadas nos postos de saúde.

Nesta dúvida, comecei a pesquisar sobre o assunto e achei um blog interessante:
http://clinicalen.blogspot.com.br/2011/03/vacina-no-posto-x-vacinas-particulares.html

À exceção da vacina contra catapora e contra hepatite A, o governo disponibiliza todas as outras vacinas existentes. Estas duas vacinas só podem ser aplicadas em clínicas particulares.
Porém, a diferença em relação às outras vacinas não é sutil...

Vacina tríplice bacteriana (DPT): no PNI usa-se a vacina produzida no instituto Butantan, a DPT de célula inteira, uma vacina que causa índice alto de reações adversas. Nas clínicas particulares, só existe a DPaT, a vacina acelular, usada em todos os países "desenvolvidos" do mundo. Nesta vacina o componente da coqueluche é feito por engenharia genética, não se usa o capside da bactéria. Resultado: muito menos reações. 

Poliomielite: os postos ainda usam a Polio Oral (Sabin), em desuso total em países como EUA, toda a Europa e Escandinávia, Japão e Israel. Nas clínicas particulares só se usa Polio Inativada, aplicada na mesma seringa que a DPT. Esta vacina confere alta proteção e risco zero de causar a PPV - poliomielite pós-vacinal - um raríssimo efeito colateral da vacina Sabin. Foi por este motivo, a PPV, e também para acabar com a circulação de um vírus vivo e inativado, que o mundo desenvolvido parou de usar a Sabin.

Hepatite B: aplicada nas clínicas particulares também na mesma seringa que a DPaT + Hemófilus + Polio (vacina Hexavalente), diminui o número de injeções na criança. Caso não seja este o problema, copio abaixo o trecho de um estudo sobre vacinas:
"Estudo realizado pelo Dr. Reinaldo Menezes Martins (do Comitê Técnico Assessor do Ministério da Saúde) e col, comparando a imunogenicidade da vacina contra Hepatite B produzida pela GSK (Engerix) e a do instituto Butantã (Butang) demonstrou, entre outras coisas, que a porcentagem de soroproteção da vacina Butang em adultos entre 31 e 40 anos de idade foi de 79,8 % contra 92.4% da Engerix B®."

Rotavírus: nos postos existe à disposição a vacina contra rotavírus monovalente (da GSK). A vacina é belga, segura e bem produzida, mas só protege contra um sorotipo deste vírus, o que equivale a 70% dos casos no nosso meio. Nas clínicas particulares se aplica a vacina pentavalente, norte-americana, que protege contra cinco sorotipos de rotavírus - 99,5% dos casos brasileiros. Esta vacina (a pentavalente) é utilizada de rotina nos Estados Unidos e a mais indicada para nós.

Pneumococos: nos postos utiliza-se a pneumocócica conjugada 10-valente (da GSK), também belga, segura e eficaz. Nas clínicas particulares usa-se a pneumo 13-valente (da Pfizer/Wieth). Estes 3 sorotipos a mais de pneumococos são extremamente importantes no Brasil, pois 2 deles são pneumococos muito comuns por aqui. É uma vacina que chegou há 6 meses no Brasil, muito aguardada pela comunidade pediátrica. Esta vacina (a 13-valente) é utilizada de rotina nos Estados Unidos, no PNI deles. Nossas crianças também merecem...

Meningite C: talvez a diferença menos contundente. O governo utiliza a vacina da Chiron. As clínicas aplicam a vacina da Baxter. Ambas são muito seguras, mas a vacina da Baxter é a única que apresenta níveis protetores a partir da primeira dose aplicada (com 2 ou 3 meses de vida). Como é uma doença gravíssima e correspondente a 70% dos casos de meningite bacteriana em São Paulo, julgo a diferença relevante, ao menos ao aplicar a primeira dose.


De acordo com o diretor do Instituto Butantã:
Na eficácia, os resultados são semelhantes. Nossas vacinas são tão boas quanto quaisquer outras produzidas pelos grandes laboratórios internacionais. A diferença está nos eleitos colaterais. Em geral, independentemente do local onde são fabricadas, elas podem causar um quadro leve de febre ou diarreia. Se, durante o processo de fabricação, sobra um restinho de microrganismo, essas reações adversas tendem a se agravar - o que, apesar de prejudicar a ação da vacina, pode comprometer a adesão aos programas de imunização. Atualmente, com as nossas vacinas, a incidência desse sintomas mais severos é de um caso em I milhão.

Resumo da ópera, mesmo com o cartão de desconto, gastamos R$ 570,00.

Após completar o terceiro mês, no dia 13 de Dezembro, levamos no posto de saúde para tomar a Meningococo, que é exatamente a mesma das clínicas particulares.


Vacina contra meningococo C conjugada
Esta vacina protege contra a meningite causada pelo meningococo do tipo C, que é o tipo de meningococo mais freqüente em circulação no Brasil. As vacinas contra meningococo C do posto e das clínicas particulares são exatamente iguais, tanto na eficácia como na frequência de efeitos colaterais. É uma injeção que é aplicada na coxa do bebê, sendo que o esquema completo é composto por duas doses, que são aplicadas geralmente aos 3 e 5 meses de vida, com um reforço com 1 ano de idade. Os efeitos colaterais incluem dor no local da aplicação e febre que podem ocorrer no dia da aplicação e no dia seguinte.
(http://pediatrio.blogspot.com.br/2012/05/vacinas-do-posto-x-vacinas-particulares_30.html)

No dia 11 de Janeiro, exatamente com 4 meses, levamos os posto de saúde para tomar a segunda dose das vacinas, porém fomos alterados pela enfermeira, que são as mesmas que trabalham nas clínicas, que, como efetuamos a primeira dose na clínica, seria melhor continuar lá, pois, como vimos anteriormente, são conjugadas.
Partimos para a clínica, e gastamos mais R$ 590,00.